quinta-feira, fevereiro 27, 2025
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PMT descobre manilhas com diâmetro e espessura diferentes nas obras do trevo do Olaria/Cruzeirinho

O vice-prefeito, Marcelo Martins; o secretário de obras, Geraldo Magela; a arquiteta da secretaria de planejamento, Gizelly Duarte; e o diretor da construtora responsável pelos serviços, Matheus Granato

TIMÓTEO – Manilhas de espessura e diâmetro diferentes foram utilizadas nas obras da rotatória dos bairros Olaria/Quitandinha. A descoberta por parte do município fez com que a empresa responsável pelo serviço viesse paralisar a obra, enquanto manilhas com as especificações no projeto sejam entregues ao município.

Em reunião nesta quarta-feira (26) com o vice-prefeito, Marcelo Martins, o secretário de obras, Geraldo Magela, a arquiteta da secretaria de planejamento, Gizelly Duarte,  foram informados dos detalhes para retomada dos serviços. As informações foram repassadas pelo diretor de obras da construtora responsável pelos serviços, Matheus Granato.

Foto PCReis/JBN

No último dia 16, uma matéria do JBN provocou o município a explicar o que realmente estava acontecendo diante da paralisação dos serviços. Nesta quarta-feira (26) a Prefeitura de Timóteo em nota esclareceu que:

Houve um início de afundamento do solo. Ao escavar o local a construtora descobriu que a manilha colocada no passado não possuía a espessura e o diâmetro corretos, portanto, não era a indicada para a obra. O modelo utilizado não suporta o peso previsto. O modelo correto, e que já foi encomendado, é fabricado em Belo Horizonte e necessita de 28 dias de cura após a confecção.

Nossa previsão é de receber as primeiras entregas de manilhas até 10 de março. A obra será retomada assim que chegarem as primeiras unidades.

As novas manilhas são especiais e são fabricadas por encomenda. Em razão dessa especificidade, o andamento da obra ocorrerá conforme as entregas forem sendo feitas. Nossa expectativa é de que o serviço seja concluído o mais breve possível.

Trânsito complicado

O tráfego de veículos no local foi alterado desde o último dia 31 de janeiro, e continua complicando a vida dos motoristas principalmente no horário de pico em que o trânsito congestiona na localidade.

O afundamento surgiu de um problema provocado por trincas nas partes superior e inferior da estrutura das manilhas, em toda extensão da rede pluvial. O surgimento dessas trincas causou o abatimento no solo acima e ao longo da rede, afetando, diretamente, o pavimento asfáltico da via pública.

A obra realizada pela administração passada apresentou problema antes de completar seis meses. A empresa responsável que executou a obra foi acionada pelo município para prestar esclarecimentos e refazer a obra.

 

 

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